terça-feira, 25 de setembro de 2012

Alunos também usam skate para ir e voltar do colégio

Estudantes dizem que opção é mais divertida do que carro e dá 'adrenalina'

02 de setembro de 2012 | 3h 03 - Juliana Deodoro - O Estado de S. Paulo
 
 Todos os dias, o estudante Bruno Youn Lee, de 16 anos, enfrenta quase 9 quilômetros em cima de um skate no trajeto entre sua casa, na Chácara Klabin, zona sul, e o colégio, em Cerqueira César, região central. 

O jovem prefere atravessar toda a Rua Vergueiro e a Avenida Paulista na longboard a ir de carro com o motorista da família, que até o ano passado o levava e buscava diariamente. "Dá uma adrenalina antes de chegar à escola. O sono passa e é muito mais divertido", diz.

Tudo começou quando Bruno decidiu ir de skate ao colégio em um sábado de atividade. "Vi que não era tão longe e resolvi usá-lo todos os dias mesmo." 

Pela manhã, como o trânsito está tranquilo e menos gente trafega pelas ruas, ele não enfrenta muitos obstáculos e faz o trajeto em 40 minutos. Na volta, porém, Bruno não tem paciência com os inúmeros pedestres. Cede então ao conforto e volta de carro para casa. 

"Entre meus colegas, nenhum acredita que eu vou de skate. Todos acham que o motorista me deixa na esquina da escola e eu termino de chegar de skate, só porque ele me busca na volta. Acho que, se a maioria das pessoas pudesse escolher entre skate e motorista, elas iriam de motorista. Não é o meu caso."

Pedro Ianhez, de 18 anos, diz que trocou a bike pelo skate por insistência da mãe. "Ela não gosta muito de bicicletas", conta. Em menos de dez minutos, ele consegue fazer o percurso entre sua casa e a escola, que fica no Itaim-Bibi, zona sul. A preferência pelo skate, segundo ele, é simples: "É mais portátil que a bicicleta e pode ser aliado a outros tipos de transporte público, pois cabe na mochila".

Pedro já consegue identificar as melhores rotas, adaptadas à situação de cada dia. "Com o tempo, você vai pegando experiência, descobrindo o melhor caminho e dá para ir tranquilo, curtindo", diz. O estudante evita as grandes avenidas e escolhe as ruas com melhor asfalto. Mesmo com esses cuidados, Pedro reclama das condições. "Os motoristas não te respeitam. As avenidas são frenéticas e as ruas menores têm muitos buracos."

Parque. Felipe Freitas, de 15 anos, estuda perto do Parque do Ibirapuera. A proximidade do parque o motivou a levar seu skate todos os dias para a escola. Em vez de voltar para casa de carro ou ônibus, o jovem agora usa as rodinhas no trajeto. "Já fui quase atropelado no último ano", revela. "Para diminuir o risco, uso todos os equipamentos de segurança: capacete. joelheira, cotoveleira e luvas."


Alunos de Stanford criam skate elétrico

Por , de INFO Online
• Quinta-feira, 20 de setembro de 2012 - 16h56


Estudantes da Universidade de Stanford criaram um skate elétrico, o Boosted Board. O objetivo é oferecer para a população um meio de transporte ecológico e econômico.

Já existem skates que usam baterias por aí. Mas o destaque do Boosted Board é que ele tem o tamanho de um skate tradicional. Tanto que à primeira vista é difícil perceber que ele é um modelo alternativo.

O Boosted Board pesa 6 quilos e é equipado com dois motores de 2,6 cavalos. Eles acionam a rotação das rodas traseiras. Isso permite que o skate alcance uma velocidade máxima de 32 km/h.

Pelas especificações do produto, as baterias de lítio podem ser recarregadas em duas horas e garantem ao condutor quase dez quilômetros de autonomia. O Boosted Board também tem travagem regenerativa, o que permite a recarga da bateria até mesmo enquanto o skate está em uso.

Para recarregar, o usuário pode conectar o carregador do skate em um notebook, smartphone e até mesmo em outros dispositivos móveis. De qualquer forma, se ficar sem bateria, ainda é possível usar o Boosted Board como um skate comum.

Os criadores consideram o Boosted Board um meio de transporte eficiente e ecológico. Além de proteger o meio ambiente, é fácil de transportar e ocupa pouco espaço. Ele também deve diminuir preocupações com estacionamento, trânsito e garagem, por exemplo.

Para financiar o Boosted Board, os estudantes colocaram o projeto no Kickstarter, site de crowdfunding, para arrecadar a verba necessária para as pesquisas e construção do protótipo.

A arrecadação ainda não acabou, mas foi tão bem aceita que já ultrapassou a meta estipulada. Os estudantes esperavam arrecadar US$ 100 mil, mas já conseguiram mais de US$ 300 mil. Além disso, já existem mais de 700 pessoas na fila de espera para comprar um Boosted Board. Ele custará US$ 1199.

http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/alunos-de-stanford-criam-skate-eletrico-20092012-59.shl 


Carro só não perde para homem andando

 13 de setembro de 2012 | 21h 39 - Bruno Ribeiro - O Estado de S.Paulo

Na 7ª edição de desafio de meios de transporte, os 14 km entre a zona sul e o centro foram feitos em 1h41 por automóvel; helicóptero levou 22 min.

 

O carro que percorrer os 14 quilômetros entre a Praça General Gentil Falcão, no Itaim-Bibi, zona sul de São Paulo, até a Prefeitura, no Viaduto do Chá, no centro, vai demorar mais tempo do que quem for correndo – e só ganha de quem vai andando. É o que provou a 7.ª edição do Desafio Intermodal, evento que ocorreu nesta quinta-feira, 13, e antecede o Dia Mundial Sem Carro, no dia 22. 

O desafio é uma corrida que, neste ano, envolveu 14 formas diferentes de deslocamento e teve apoio da Rádio Estadão/ESPN. A saída ocorreu às 18 horas e o vencedor, mais uma vez, foi o helicóptero, que fez o percurso em 22 minutos.

Em anos anteriores, por causa da burocracia para liberação de voo ou falta de teto (condições meteorológicas) na decolagem, o helicóptero chegou a perder da bicicleta, mas foi o vencedor em 2009. Agora, mesmo com condições ideais para voo, a bicicleta perdeu do transporte aéreo por apenas dois minutos.


"Foi tudo tranquilo. Tinha expectativa de não voar, mas chegamos aqui, contando elevador, escada rolante e autorização para voo, em 22 minutos", disse o competidor do helicóptero, o âncora da rádio Eldorado Marcos Lauro.

Além de carro, helicóptero e bicicleta, teve competidor que cruzou o percurso de ônibus, handbike (uma bicicleta pedalada com as mãos) e combinações de transporte público, como ônibus e metrô, ônibus e trem, e até bicicleta dobrável e ônibus.
O carro perdeu para quase tudo: patins, skate, ônibus, trens e metrôs e para o corredor.

Venceu só um dos competidores, que foi caminhando. Mas foi quase: um minuto de vantagem.
O jornalista Flávio Gomes, da Estadão/ESPN, de carro, chegou às 19h41. "É um trânsito pesado e você não tem como fugir de certos corredores, como as Avenidas 9 de Julho e Faria Lima. Fora isso, perdi 20 minutos só para fazer o contorno da 9 de julho para a Prefeitura. A sinalização é muito ruim."


CASA GIRATÓRIA MUDA DE AMBIENTE DE ACORDO COM O ÂNGULO

rollit-capa.jpgFotos: ArchDaily
Estudantes da Universidade de Karlsruhe, na Alemanha, desenvolveram um projeto, no mínimo, inusitado. Uma casa modular cilíndrica que muda de ambiente conforme o morador gira o seu interior. Com isso, a pequena construção pode tomar várias formas e unir quarto, sala, cozinha e banheiro e um só ambiente.
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A Rollit é um projeto experimental e inclui todos os elementos necessários em uma casa, como cama, mesa de jantar, poltrona, armários, chuveiro, sanitário e até pia de cozinha – cada um em um lado da circunferência.
Ela funciona como uma espécie de “casa sobre rodas”, com a diferença de que em vez de ser carregada, ela precisa ser girada para mudar sua função. Basta o morador girar a estrutura fixa no centro da casa até que ela fique na posição desejada.
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Assim, a base da poltrona se transforma na mesa de jantar e o que era o teto da casa passa a ser a cama – tudo em uma simples girada.
A unidade é construída a partir de quatro anéis de suporte que revestem um reservatório rígido interno. Do lado de fora, uma membrana translúcida envolve o cilindro e pode ser impressa com anúncios ou o que o morador preferir.
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Ripas finas de madeira revestem a unidade para proporcionar uma superfície lisa e aberturas laterais funcionam como janelas, permitindo a entrada da luz e da ventilação natural. Colchões e almofadas são presos com velcros ou guardados dentro dos armários enquanto não estão em uso.
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O projeto ainda não tem planos de sair do papel, mas já serve de inspiração e prova que, com um pouco de esforço, qualquer criação pode ter múltiplas utilidades – até uma casa.
20/09/2012 13h27 - Atualizado em 20/09/2012 15h17

Chocolate faz cérebro produzir 'entorpecente' parecido com o ópio

Estudo nos EUA mostra por que vontade de comer doce é tão irresistível.
Alimento ativa mesma área cerebral em obesos e dependentes químicos.

A vontade quase incontrolável de comer chocolate está ligada à produção de uma substância química no cérebro semelhante ao ópio – entorpecente extraído de uma flor chamada papoula, que também é matéria-prima da heroína.
A descoberta foi feita em ratos por um novo estudo da Universidade de Michigan, nos EUA, publicado na revista científica "Current Biology".
Chocolate (Foto: Universidade de Michigan/Divulgação) Segundo a pesquisadora Alexandra DiFeliceantonio, o cérebro tem sistemas de recompensa por consumo excessivo mais complexos do que se pensava – e essa pode ser uma explicação para o atual aumento na ingestão de doces e gorduras pela população mundial.
 
Após droga, rato comeu mais que o dobro de doce que o normal (Foto: Universidade de Michigan/Divulgação)
 
No trabalho, as cobaias receberam uma droga que ativa uma região no meio do cérebro denominada "estriado", que controla os movimentos e também os hábitos. Depois disso, os animais comeram mais que o dobro de confeitos de chocolate que o normal.
Os pesquisadores também identificaram que a quantidade de encefalina – uma droga natural secretada pelo cérebro, semelhante à morfina – aumentou quando os ratos começaram a consumir os pedaços de doce. Isso não significa que essa substância faça os bichos comerem mais, apenas que aumentam o desejo e o impulso pelo alimento.
De acordo com Alexandra, a descoberta pode ajudar a entender melhor a compulsão em humanos, pois o estriado é a mesma área cerebral envolvida quando pessoas obesas se deparam com alimentos ou dependentes químicos veem drogas.
A expectativa dos cientistas agora é descobrir o que acontece com a mente quando um indivíduo passa em frente ao seu restaurante de fast food favorito e sente aquela vontade súbita de parar e fazer uma "boquinha".

 http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/09/estudo-mostra-por-que-pessoas-sentem-tanto-desejo-por-chocolate.html

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Bicicleta Voadora pode alcançar até 5 metros

  
Under each side propeller unit is a telescopic damper that extends before take-off and at ...
Um protótipo virtual da bicicleta voadora foi apresentado nesta quinta-feira (24/05/2012) em Praga. De acordo com o projeto em 3D, a invenção desenvolverá uma potência de 47 quilowatts a cada pedalada e chegará a uma altura máxima de cinco metros. O peso da bicicleta será de 85 kg sem o piloto e a carga máxima 170 kg. O tempo de voo previsto é de três a cinco minutos, e a velocidade máxima alcançará 50 km/h. O modelo será apresentado em setembro na Feira Internacional de Maquinaria de Brno (República Tcheca). 

Early climb-in frame design that was abandoned due to problems with rider/pilot position a...












Fonte:  UOL Notícias -

Voo de Batman é fisicamente impossível


Estudos indicam que Batman morreria ao pousar com sua capa. 

Uso de paraquedas seria uma alternativa



por Redação Galileu
Editora Globo
Batman Fail: apesar de elegante, o voo de Bruce Wayne resultaria em uma morte certeira //Crédito: Universidade de Leicester
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge é um dos filmes mais aguardados de 2012. Enquanto o dia da estreia não chega – a produção deve ser lançada no Brasil dia 27 de julho – seus fãs vão matando a ansiedade do jeito que dá. Isso inclui estudantes de física esmiuçando a veracidade das acrobacias do homem-morcego. E chegando à conclusão: o Batman morreria toda vez que aciona sua capa.
Ok, se trata de uma ficção. Em nenhum momento o filme se propõe a traçar o retrato fiel de um milionário complexado que usa uma armadura para combater o crime. Quem vai ao cinema sabe que é tudo de mentirinha. Mas é aí que está a graça da empreitada dos estudantes da Universidade de Leicester: analisando, medindo e calculando o voo do Batman, dá pra ter uma ideia do que aconteceria na vida real se ele tentasse fazer o mesmo. E do quanto falta para aquelas cenas fantásticas se tornarem realidade fora da telona.
Eis o cálculo: a envergadura da capa é de 4,7 metros. Parece bastante, mas é mais ou menos metade do tamanho de uma asa-delta. Se ele saltasse de um edifício de 150 metros – quem já leu as HQ´s ou viu os filmes sabe que Gotham City é cheia de prédios desse porte – ele conseguiria plainar por cerca de 350 metros. Ele voaria tranquilamente, o problema é a hora de pousar. A velocidade da queda começaria em 109km/h e diminuiria aos poucos. No final das contas, seria como se um carro a 80km/h batesse de frente com o Cavaleiro das Trevas. No estudo, os estudantes sugerem que o super-herói carregue um paraquedas, utilize um wingsuit ou aumente o tamanho da capa para pousar com segurança.

BICICLETA DE PAPELÃO


Israelense desenvolve bicicleta de papelão

por motonline | 03.08.2012

 Projeto pode revolucionar mercado de bikes

Uma bicicleta diferente, feita de papelão, funcional e resistente, pode transformar a indústria ciclística. O projeto é do israelense Izhar Gafni,  que criou uma versão própria para o veículo mais vendido em sua comunidade, Bror Hayil, usando uma base de papelão reciclado.
O projetista construiu uma bicicleta 100% ecológica, que custa entre US$ 9 a US$ 12 para ser produzida, e que tem potencial para custar até US$ 90 no varejo.  A bike de papelão é resistente e pode carregar pessoas de até 140kg. O design também é atraente. Bom negócio para investidores e consumidores, a bicicleta de papelão se encaixa perfeitamente no conceito de sustentabilidade. Izhar Gafni conta que todos achavam sua ideia impossível de ser concretizada.
Preço da bike de papelão chega a U$90
Preço da bike de papelão chega a U$90
“Quando comecei a perguntar para engenheiros sobre a possibilidade de produzir uma bike de papelão, todos me mandaram embora dizendo que era impossível. Um dia, assistindo a um documentário sobre a construção do primeiro avião Jumbo, vi que diziam para o engenheiro chefe do projeto que aquela construção também era impossível. Isso me motivou a experimentar diferentes tipos de papelão”, explica o criador da bicicleta.
Izhar Gafni ainda não tem data para começar a produzir as bicicletas em série, mas já conversa com investidores para concretizar seu sonho. Em cidades onde a necessidade por bikes cresce a cada dia, um projeto como esse pode transformar a vida de muitas pessoas vivendo em médias e grandes cidades do planeta.
Fonte: Centro de Mídia Brasil-Israel
 




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

DESAFIO







CONSEGUE TRADUZIR ESTA PÁGINA?

ACESSE TAMBÉM: http://www.smh.com.au/technology/technology-news/facebooks-privacy-lie-aussie-exposes-tracking-as-new-patent-uncovered-20111004-1l61i.html

"Options for users to preserve the privacy standards they have established have become confusing, impractical and unfair". 

Facebook founder shows off the new Facebook profiles at the F8 conference last week.
  
 
Copyright 2011 Richard Stallman

Facebook 


Facebook is not your friend. Its "real name" policy is enough reason to refuse to use it, but there is so much more nastiness in Facebook. I don't use it, and you shouldn't either.

Facebook makes a practice of telling users to rat on their friends who use aliases.
I think we can formulate the principle that any social network that asks its members for information about other people is abusive.

Unfriend Facebook now — you are its product, not its customer.

Facebook says that a user can't have Facebook's data about him, because it's a trade secret.

Pages that contain Facebook "like" buttons enable Facebook to track visitors to those pages. Facebook tracks the users that see 'like' buttons, even users who never visited facebook.com and never click on those buttons.
The ACLU has a way of enabling users to click a Facebook "like" button, which avoids this problem. Its pages have a link called "like us on Facebook" that leads to a Facebook page where it is possible to push a "like" button for the ACLU. But if you don't follow that link, Facebook gets no information about your visit to the ACLU page.
Here's an example of the practice.

Facebook exploits its users by conscripting them for ads.
Facebook settled a lawsuit by promising users will be able to "limit" this use of their names and photos in ads shown to other users. However, since this is "opt-out", by default users will still be exploited. What's more, it may not even be a complete opt-out.

Don't depend on Facebook to store any data that you might miss if Facebook takes it away from you.

A German regulator says that Facebook's face recognition is illegal.

Social networks, for lonely people, may only show them how lonely they are.

Facebook blocked links to the humor site lamebook which facebook is trying to crush.
This shows how it is a bad thing that so many people use facebook pages instead of setting up their own sites using many different providers.
Facebook messaging further threatens user privacy.

Don't use Facebook. Facebook permanently records everything you do, even what you look at, even items that are "deleted". And presumably gives them to the CIA. A timeline shows how Facebook has increasingly shown contempt for privacy.
EFF says that "the answer" is to complain to Facebook. I suggest another answer: don't put your personal information in Facebook. If you use Facebook at all, just tell people how to contact you in other ways.

A convicted blackmailer who helped Putin crush independent media in Russia now owns a large stake in Facebook.

Facebook deleted a statement by a human rights group, then said that was a mistake.
That Facebook invited the group to post the statement again — instead of undoing the deletion — demonstrates arrogance.
However, the problem here goes deeper. It is not good for human rights groups (or anyone's) statements to be posted using a platform where statements are censored.

Facebook deleted a photo of two men kissing, which was used to support a kiss-in in a pub that had shown bias against gays.
The person who posted it thinks that Facebook is not anti-gay, but rather than it is quick to censor whatever someone complains about.
While it might seem that the former would be worse, I think the latter makes facebook really dangerous. Don't use Facebook as a substitute for your own web site!

Facebook has mysteriously closed several pages of anti-budget-cut activists in the UK.

Facebook has turned on automatic face recognition on photos.
Facebook says that it only suggests identifications for faces in photos for people who are the user's friends. However, it might run the algorithm over every photo posted and not publicly announce the results.
I ask people not to post photos of me on Facebook.

Now Facebook tells your "friends" everything that you do using a large collection of other network services.
This will at least give people an idea of how much information those services tell Big Brother about all their users.

Facebook asks its users to provide their entire list of other people's email addresses.
This by itself is surveillance of those other people, but Facebook uses it to go further and try to guess the relationships of people who are not Facebook users.
That information must be worth some money to companies. It is surely worth money to the secret police of any country that isn't democratic enough.
However, principal wrong here is not that Facebook can guess which non-users know you or me. It is that Facebook collects information from its users about whether they know you or me.
I think we can formulate the principle that any social network that asks its members for information about other people is abusive.

Facebook apps have access to that user's information — and the users' ffiends' information, too. Thus, if you make the mistake of using Facebook, even if you let a company access your data, any of your ffiends can give the company access to your data.
(Although Facebook uses the term "friends", that is an abuse of language; a user's "friends" are often not really friends, and being "friends" on Facebook is not the way to treat a friend anyway. Therefore I propose the replacement term "ffiends", replacing the "r" with the "f" of Facebook.)

"Logging out" of Facebook does little to stop its surveillance.
In particular, every page with a "like" button still knows who you are.
Facebook made changes in response to this article, to delete one cookie that identified the users. It seems there are two other cookies which also identify the user, but Facebook says users should not object to them because they are made for benign purposes.
If that is true, so what? They still track you, unless you stop using Facebook, and delete all its cookies for good and all.
But Facebook can track you through your IP address too, if you don't use TOR to disguise that. To avoid being tracked by Facebook "like" buttons, you need to block your browser from showing them or accessing the Facebook page that generates them. This is necessary if you ever used Facebook from that IP address, even if you stop using Facebook, and delete all its cookies for good and all.

This page gives details about how much facebook tracks users' browsing, which applies even to users that don't have facebook accounts.

Facebook tries to discourage users from visiting other web sites.
(This article uses the word "content" to refer to published works. I think that is a bad practice since that term disparages the works. See.)

More on how much facebook tracks users.

The US Federal Trade Commission ruled that Facebook's violation of its stated privacy policies was illegal.
It is proper to make Facebook keep its promises, but this does not go far enough to make Facebook acceptable to use. It does not limit Facebook's data collection — for instance, it doesn't stop Facebook from collecting of data about browsing through "Like" buttons. It only limits what Facebook can do with that data, and certainly does not stop Facebook from handing it over to Big Brother under the U SAP AT RIOT act.

Facebook in Europe may be required to discard some user data after a time, without sending it to the US.
This may reduce the harm that Facebook does, but is not even close to enough to make it ethically acceptable. Most of the criticisms reported in this site remain valid.

Anyone can get a Facebook user's personal information by buying ads on Facebook.

It appears Facebook spontaneously sends phone messages to people in India who have had no connection with Facebook. This user is trying to find out why.

Facebook is not just surveillance. It also does censorship of photos based on prudish criteria.

Number of friends on Facebook measures narcissism.

Facebook has put an outrageous trademark claim on the word "book" into its terms of service.
To be dependent on Facebook, or any other specific company you could not replace with another, is to make yourself vulnerable to unbounded legal aggression. Don't be a fool — unfriend Facebook today rather than accept these terms.

Facebook "apps" that some persons run get access to everything their "friends" make visible to them, and may hand all that info to a company.
While this article shows that there is currently a way to turn that off, I expect that Facebook will take any necessary steps to ensure that most users don't do so. The purpose of those apps is to get access to that data, and I'm pretty sure that benefit figures, to Facebook's advantage, into the financial arrangements between the app developer and Facebook. Facebook will make sure it does not lose that advantage.

Facebook has a history of blocking the posting of links about certain controversial political issues.
Facebook sends political messages as coming from people who have clicked Like buttons.
Facebook recently settled a lawsuit, promising to stop a very similar practice involving ads, but these political messages are not considered "ads" and Facebook continues to send them.

A credit agency in Germany plans to evaluate people's creditworthiness by who their “friends” are on facebook.
The lesson is that we should make sure that no activities collect information about lots of people's social networks.

Facebook is sneakily leading users to send email to other users via facebook.

Facebook has automatically pushed users' @facebook.com email addresses (which they never asked for) into the contact lists in other people's phones.
The lesson here is that it is a fundamental mistake to trust a company such as Facebook to give anyone data about you. It will give them the data it wants them to have, not the data you want to give them.

Facebook: the most congenitally dishonest company in America.

Copyright 2011 Richard Stallman released under Creative Commons Attribution Noderivs 3.0 unported



 http://owni.eu/2012/07/24/facebook-added-informant/
http://www.smh.com.au/technology/technology-news/facebooks-privacy-lie-aussie-exposes-tracking-as-new-patent-uncovered-20111004-1l61i.html



"Jin Ji Du Li" - Uma prática para prevenir o envelhecimento e perda de memória


Eis o exercício:
Fique sobre uma só perna, com os seus olhos abertos. É só isso.
Parece fácil, certo?

Experimente agora fechar os olhos.

Se você não for capaz de ficar em pé por pelo menos 10 segundos seguidos, significa que seu corpo se degenerou ao nível de 60 a 70 anos de idade. Em outras palavras, você pode ter apenas 40 anos de idade, mas seu corpo envelheceu muito mais rápido.

Ficar sobre um pé com os olhos abertos, é uma coisa e  fazer o mesmo com os olhos fechados ... a história é outra!

Não precisa levantar muito a perna. Se os seus órgãos internos estão fora de sincronia, mesmo levantando a perna um pouco vai fazer você perder o seu equilíbrio.

A prática frequente e regular do "Jin Ji Du Li", pode ajudar a restaurar o sentido de equilíbrio. Na verdade, os especialistas chineses sugerem que a prática diária por 1 minuto, ajuda a prevenir a demência.

Não recomendado para pessoas cujas pernas são fracas e não podem ficar por longos períodos em pé.

Fonte: arquivo recebido da Aliene.























sexta-feira, 13 de julho de 2012


12/07/2012 14h27 - Atualizado em 12/07/2012 20h22

Mãe se diz orgulhosa de filho que devolveu R$ 20 mil à polícia

Morador de rua que encontrou dinheiro roubado é da cidade de Arari (MA).
Dona Maria ficou emocionada ao saber do filho que não via há 16 anos.

Do G1 MA com informações da TV Mirante

Um exemplo de honestidade. Durante esta semana, um casal de moradores de rua encontrou R$ 20 mil roubados de um restaurante em São Paulo. O homem, que junto a esposa devolveu a quantia à polícia, contou que se lembrou da mãe ao decidir retornar o dinheiro. Em entrevista à TV Mirante, Maria Ferreira Santos, mãe do morador de rua, se diz orgulhosa da atitude do filho e conta que espera vê-lo novamente.
Rejaniel de Jesus Silva Santos é de Arari, cidade maranhense com pouco mais de 30 mil habitantes, conhecida pelo fenômeno da Pororoca, que toma conta das águas do Rio Mearim. Nesta semana, no entanto, a cidade chamou atenção do Brasil por causa de um bom exemplo de honestidade.
Rejaniel, de 36 anos, é morador de rua e mora com a companheira debaixo de um viaduto na zona leste da capital paulista, onde sobrevivia catando papéis. Ele conta que, apesar de passar por necessidades, devolveu o dinheiro, pois se lembrou de um ensinamento de sua mãe: nunca ficar com coisas que não lhe pertencem.
Orgulho e emoção
A mãe adotiva de Rejaniel, Maria Ferreira dos Santos, ainda mora em Arari, cidade localizada a 155 quilômetros da capital maranhense. Dona Maria nunca teve nenhum filho biológico, mas adotou seis crianças, entre elas, Rejaniel. “A mãe dele, antes de falecer, me pediu para cuidar do filho como se fosse meu”, conta dona Maria. Na época, Rejaniel ainda era uma criança de apenas cinco anos de idade. O jovem morou em Arari até seus 21 anos, quando tomou a decisão de sair do Maranhão e, com o sonho de melhorar de vida, arrumou as malas, escolhendo a cidade de São Paulo como destino.
Apesar do sonho, Rejaniel acabou virando morador de rua e catador de papel, ocupação que mudou após os acontecimentos desta semana. Depois de devolver o dinheiro encontrado no lixo, Rejaniel e sua companheira ganharam empregos no restaurante de onde a quantia havia sido roubada.
Ao ver o filho na televisão e tomar conhecimento de sua ação, dona Maria se emocionou. “Fiquei muito feliz ao vê-lo. Pensava que ele tinha morrido, mas não tinha certeza. Sempre orei muito e sabia que Deus estaria com ele. Estou muito orgulhosa e desejo a ele tudo de bom”, conta a mãe, que fez, ainda, um apelo a Rejaniel: “Você me falou que um dia voltaria aqui e eu vou esperar por você. Deus irá manter a minha vida até o dia que você aparecer aqui, para me dar esta alegria”.
Em Arari, Rejaniel virou motivo de orgulho e dona Maria Ferreira, uma celebridade, recebendo elogios por todos os cantos. “Este rapaz daqui está provando que ainda existem pessoas honestas, mesmo morando nas ruas, passando por dificuldades”, comentou com orgulho o agente de saúde Florentino Correia, também morador de Arari. O exemplo também já inspira as crianças da cidade, que afirmam, entusiasmadas, que em situação parecida, tomariam a mesma atitude de Rejaniel Santos.

Fonte: http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2012/07/mae-se-diz-orgulhosa-de-filho-que-devolveu-r-20-mil-policia.html

 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Satisfazer todas as vontades dos filhos é um erro


Muitos pais hesitam em impor castigos e limites aos filhos, por medo de perderem a sua estima e mesmo a guarda deles, se um dia o casal vier a se separar.

Precisamos pensar seriamente em como estamos educando as crianças, já que é na infância que se estabelecem os processos psíquicos que irão nos acompanhar pelo resto da vida. Parece estar havendo, hoje, uma grave inversão de valores: os pais passaram a ter mais medo de perder o amor dos filhos do que os filhos, o dos pais. Como o pavor de perder o afeto e a admiração dos pais sempre foi o grande incentivo para as crianças aprenderem a se comportar de acordo com os padrões do seu meio cultural, hoje a maior parte dos adultos se vê sem meios para educar e agir com firmeza.
Satisfazer todas as vontades dos filhos é um erro
Essa situação pode ser muito agradável para as crianças, mas só em curto prazo. Elas não têm que enfrentar muitas situações de frustração - aliás, é incrível como se confunde frustrar com traumatizar -, e o que acaba acontecendo? Tornam-se absolutamente despreparadas para lidar com esse tipo de dor psíquica.

Todos nós sabemos que a vida contém uma boa dose de frustrações; os que crescem despreparados para absorver esse sofrimento serão os mais fracos. Terão de fugir de situações novas e de desafios, pois nunca se sabe quando haverá o sucesso e quando o fracasso. Não terão docilidade para enfrentar suas amarguras: serão pessoas que gritam e esperneiam de tudo o que as desagrada. Terão que agir como tiranos, tentando sempre dobrar a realidade à sua vontade. Tentarão controlar tudo, inclusive as pessoas com as quais convivem e das quais dependem.

Além disso, a pouca firmeza e falta de autoridade dos pais fazem a criança sentir-se insegura e desamparada. Perceber que existem limites, que os adultos sabem o que é bom para ela, deixa-a com a sensação de proteção. Muitas vezes a criança comete deliberadamente um ato absurdo, apenas para se certificar de que existem represálias, e, portanto que há adultos fortes e firmes nos quais ela pode confiar e se sentir, através dessa reação, aconchegada.

Se for tão óbvio o prejuízo de uma educação desse tipo, por que, então, tantos pais preferem não frustrar seus filhos, tornando-se permissivos para com pequenos e grandes caprichos? As razões são várias, mas vou apontar apenas uma, que ganhou importância nos últimos 15 anos. Ela está ligada ao risco do divórcio.

Hoje, ao contrário do que acontecia até faz poucas décadas, as pessoas já se casam pensando na hipótese de um dia virem a se separar. Isso faz com que sintam uma enorme necessidade de ser uma mãe - ou um pai - muito especial, para que as crianças o prefiram na hipótese da separação. E faz também os pais se ligarem mais intensamente aos filhos do que ao cônjuge, pois esse tipo de vínculo parece mais sólido e estável.

A maior parte dos casais disputa e rivaliza entre si. Ser o preferido dos filhos passou a ser um novo item nessa competição tola que existe entre os sexos. Como costuma ocorrer quando emoções negativas se tornam mais importantes que reflexões ponderadas, a vontade de vencer a disputa se torna mais significativa do que educar os filhos com propriedade, preparando-os para a vida que terão de enfrentar. E são esses casais os que acabam se divorciando; nesse caso, então, ser o preferido dos filhos é a suprema vitória; é um tipo de humilhação e vingança contra o ex-cônjuge.

Com a atual instabilidade dos casamentos, podemos aprender coisas importantíssimas sobre a situação emocional dos adultos. A principal delas é que a forma como vivenciamos nossos elos amorosos é totalmente imatura, infantil. Do ponto de vista sentimental, a maioria de nós reage exatamente como as crianças, como os nossos filhos. Não lhes impomos coisas porque tememos pôr em risco nossa relação com eles; eles poderiam não nos amar do mesmo modo que antes! Sem estabilidade conjugal, sem poder confiar no amor do marido, ou da mulher, acabamos por nos garantir paparicando e sendo escravos dos filhos. Acreditamos que eles não nos abandonarão - pelo menos não em curto prazo.
 
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=06258
 

A PARTÍCULA DE DEUS

 Sim, Deus existe!

:: Graziella Marraccini ::

Sim, Deus existe!
Os cientistas que trabalham no CERN (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear que possui um acelerador de particular atômicas sob a cidade de Berna, na Suíça) conseguiram comprovar a tese do astrônomo Peter Higgs e que supostamente demonstra que realmente existe uma partícula no universo que é aglomerativa, ou seja que funciona como uma 'cola' para atrair entre si e religar os quarks, elétrons e neutrinos que não possuem massa própria e que deveriam, em tese, ficar circulando incessantemente no universo à velocidade da luz. Ela seria, portanto, o componente necessário para lhes fornecer massa ou seja existência. 
Como sempre a ciência simplesmente comprova aquilo que as ciências herméticas já afirmavam. Mas essa, que é chamada de Partícula de Deus, fornece uma resposta as nossas indagações: Como se formou o universo? Deus existe? Como ele se manifesta? Como o Universo foi criado?
  

Para ler o artigo completo acesse: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=12206

O mau exemplo da Apple

Nota do artigo - PS: Este espaço está completamente disponível para que a Apple faça as considerações que desejar.

Faça também seus comentários e leia alguns posts acessando http://g1.globo.com/platb/mundo-sustentavel/2012/07/12/o-mau-exemplo-da-apple/


qui, 12/07/12 por andre trigueiro |

O gênero de resíduos que mais cresce no mundo é o lixo eletrônico, ou seja, pilhas, baterias e tudo o que precise de eletricidade para funcionar (computadores, televisores, aparelhos de som,etc). Os obsessivos lançamentos de novos produtos e o encurtamento da obsolescência programada (equipamentos projetados para durar pouco) são responsáveis por uma “tsunami” de lixo eletrônico que já ultrapassou 50 milhões de toneladas/ano em todo o mundo.
Para reduzir o volume de lixo – e facilitar o reúso ou a reciclagem dos componentes – os Estados Unidos criaram uma certificação ambiental para produtos eletrônicos (EPEAT  http://www.epeat.net ) que valoriza, entre outras iniciativas, eficiência energética, maior facilidade para desmontar o equipamento após o descarte e segurança na segregação dos componentes tóxicos.
Segundo reportagem do reportagem do Wall Street Journal (http://on.wsj.com/M2tLpV), o Governo dos Estados Unidos exige que 95% dos produtos eletrônicos adquiridos com recursos públicos sejam certificados pelos padrões da EPEAT. Também seguem a certificação grandes empresas como a Ford e HSBC. Duzentas e vinte e duas das mais importantes universidades norte-americanas também dão preferência a computadores certificados pelo EPEAT.
Pois a mesma reportagem informa que um funcionário da Apple avisou, no final de junho ao Diretor Executivo da EPEAT,Robert Frisbee, que a orientação de design da empresa não era mais compatível com as exigências da EPEAT, e que por isso, pediu para tirar da lista de produtos sujeitos à certificação ambiental 39 computadores desktop, monitores e laptops (incluindo alguns modelos MacBook Pro e MacBook Air).
Foi a segunda vez em menos de três meses que a Apple desapontou seus seguidores mais antenados com os assuntos na sustentabilidade. No último mês de abril a empresa apareceu como vilã em um relatório do Greenpeace que avaliou as fontes de energia mais utilizadas pelas gigantes da TI. O relatório “How clean is your cloud?” (“O quão limpa é a sua nuvem?”, disponível em http://bit.ly/J5Kj4z ) informou que mais da metade da energia que mantém a estrutura da Apple funcionando tem origem em combustíveis fósseis, principalmente o carvão mineral.
Completando a onda de notícias ruins que alcançam a maçã de Steve Jobs, um relatório recente produzido pelo Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática da Universidade de São Paulo (USP) avaliou os esforços realizados pelas empresas que atuam no Brasil para recuperar os equipamentos que são descartados como lixo. Pela atual Lei Nacional de Resíduos Sólidos, essas empresas são obrigadas a promover a logística reversa, ou seja, a recuperação desses produtos quando eles são descartados como lixo. A Apple (juntamente com Sansumg, Sony, IBM, Proviews e Brother) aparece na lista negra do relatório, justamente entre as empresas que não se prontificam a buscar o resíduo (quando o usuário está pronto para descartá-lo como lixo), nem aceitá-lo quando entregue em uma de suas lojas.  
É pena saber de tudo isso depois de já ter um Iphone.
Se a Apple não desmonstrar de forma bastante convicente seu comprometimento com os valores socioambientais, será meu último tablet sabor maçã.

terça-feira, 26 de junho de 2012

NA MIRA DOS ALUNOS - Crime cibernético é aprovado para entrar no Código Penal

Se você já foi vítima de Cyberbullying, PARA DENUNCAIR, CLIQUE NO LINK: https://denuncia.uol.com.br/

 

Carta na Escola

Por Telma Brito Rocha

Na mira dos alunos

Professores são alvo de estudantes que, por causa de uma nota baixa ou pura implicância, usam a internet para humilhá-los publicamente

As tecnologias da informação e comunicação, os computadores e os celulares tornaram-se meios facilitadores para publicar imagens e comentários depreciativos. Em blogs, fotologs e redes sociais, alunos ofendem e fazem chacota de seus professores ou demais funcionários da escola, com discursos de ódio que muitas vezes incidem em crimes de injúria, calúnia e difamação. Essa “nova moda” tem nome e chama-se ciberbullying, uma violência virtual que se multiplica de maneira inimaginável na internet.
Nos softwares sociais, como o Facebook, Bebo, MySpace, Linkedin, Hi5 e Orkut, esse  último  preferido entre crianças e adolescentes e que mantém hegemonia no País com 26,6 milhões de perfis. Comunidades são criadas para expor críticas e rejeição a um determinado professor. Assim, alunos buscam ofender e ridicularizar a figura do docente, usando imagens de animais (burro, macaco), bruxas, caveiras ou até mesmo com algum desenho pornográfico.
Na Internet, eles encontram um canal extremamente eficiente para poder extravasar suas desilusões, alegrias, frustrações e, principalmente, ódio e ressentimento com relação a uma nota baixa que tiraram em alguma avaliação da aprendizagem. Mas o mais grave disso tudo, é que os jovens, poupados de frustrações ao longo da sua formação, não aceitam serem desagradados. Se isso ocorre, batem de frente, impõem sua vontade, invertem a versão dos fatos, dissimulam e são hábeis em tornarem-se as vítimas frente aos seus responsáveis.

MEDIDAS PREVENTIVAS

Nas comunidades, fotos de professores recebem efeitos especiais negativos. Internautas, de maneira anônima ou não, os criticam sem qualquer censura, fazem votações on-line para humilhar o alvo de seus ataques.
Essas comunidades afetam os professores de forma sucessiva e sua imagem é prejudicada e exposta a vários alunos de diferentes séries da escola, que podem, inclusive, participar postando mensagens ofensivas. Lidos por uma quantidade grande de alunos, esses comentários criam e disseminam uma imagem negativa do professor.

IMAGEM DA PROFISSÃO

Os efeitos do ciberbullying podem ser ainda mais graves que os efeitos das agressões físicas, pois têm potencial muito maior de macular a imagem das vítimas e, de certa forma, é mais seguro para os agressores, por conta do suposto anonimato da internet.
Esse tipo de violência tem contribuído ainda mais para fazer aflorar a questão da insatisfação dos professores no magistério, um tema que tem sido objeto de estudos cada vez mais frequentes nos últimos anos, tanto no Brasil como em outros países. Fatores como o estresse da profissão, associado ao excesso de trabalho, baixos salários, desvalorização profissional, dificuldades materiais, indisciplina do aluno e violência na escola, entre outros, são entendidos como causadores do chamado “Mal-estar docente”.
Essas situações podem ainda levar à manifestação de uma síndrome denominada Burnout – um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, cuja causa está intimamente ligada à vida profissional. A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo) foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 70.

As escolas devem saber das medidas judiciais que professores podem tomar e ações pedagógicas que podem ser implementadas. Sem isso, os alunos continuarão a repetir essas atitudes porque terão certeza da impunidade. Vão continuar sentindo-se à vontade para arruinar a imagem do professor ou de qualquer outra pessoa. Dar essa permissão é comprometer a própria formação do aluno.



As vítimas de ciberbullying têm o direito de prestar queixa e pedir sanções penais. Caso o autor das ofensas tenha menos de 16 anos, os pais serão processados por injúria, calúnia e difamação. Se tiver entre 16 e 18 anos, responderá com os pais. E se tiver mais de 18 anos, assumirá a responsabilidade pelos crimes.
Para garantias legais, salve e imprima as páginas da internet onde foram divulgadas as mensagens de difamação ou ofensa sofrida e procure testemunhas. Não hesite em prestar queixa em delegacia comum ou naquela especializada em crimes virtuais, se houver uma em sua cidade.
Outras dicas pedagógicas são fundamentais e podem ajudar na conscientização dos alunos: dialogue com eles sobre o ciberbullying, para que não vejam esse ato como brincadeira.
Mostre a repercussão e a responsabilidade jurídica que esses atos podem levar. Converse também com os pais, realize palestras com toda comunidade escolar. Verifique se o regimento interno da escola prevê sanções a quem pratica atos agressivos. Em caso negativo, discuta com colegas gestores a possibilidade de incluir o tema.
Participe mais das redes sociais na internet, expresse suas opiniões, combata as agressões com diálogo; é preciso assumir os espaços das redes sociais como espaço de aprendizagens, cooperação e formação. Conheça as representações que os alunos possuem sobre sua prática pedagógica e reflita sobre elas. Assim, poderemos começar a trilhar um caminho mais eficaz em relação ao combate do ciberbullying.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/carta-na-escola/na-mira-dos-alunos/adaptado
Sobre a autora do artigo: Telma Brito Rocha - Pedagoga, Mestre e Doutora em Educação-UFBA. Sou Profa. do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia. Coordeno a Área de Gestão de Processos Educacionais do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID na mesma instituição. Desenvolvo projetos de pesquisa sobre o uso da internet segura, educação on-line e inclusão de alunos com deficiência em instituições de ensino por meio de tecnologias assistivas. Sou autora do livro Cyberbullying: ódio, violência virtual e profissão docente, Brasilia, LiberLivro, 2012. Co-organizei o livro: A vida no Orkut: Narrativas e aprendizagens nas redes sociais, Salvador EDUFBA, 2010. Áreas de interesse são formação de professores, bullying, cyberbullying, redes sociais, educação on-line. CV: http://lattes.cnpq.br/1134914737562713
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Alguns adolescentes abusam justamente do ciberbullying porque acreditam que não serão rastreados nem incrimados. Ledo engano!
 
Mesmo nos espaços comumente usados no Brasil para a prática do cyberbulying – comunidades no Orkut, Twitter e Blogs – nos quais o agressor se esconde atrás de perfis falsos e passa a atormentar insistentemente suas vítimas, há formas de nos defendermos. 
Caso você seja vítima de um crime na internet, imprima as provas com o endereço do e-mail do remetente, o código da fonte, a página da internet ou o endereço do site ou blog. Em seguida, vá até a delegacia mais próxima e leve as provas impressas – e se possível, vá até um Cartório de Notas para registrar uma Ata Notarial do conteúdo hospedado na internet.
Lembre-se de procurar a polícia para formalizar a denúncia e aguarde orientações. Não tome nenhuma atitude sem prévia autorização policial, pois a coleta de informações na Web sem autorização judicial caracteriza crime.

 

Ajude a manter a internet livre de crimes

Como deseja fazer a denúncia?

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Ex: www.conteudoindevido.com.br/xxx.html

Se você tiver imagem da tela, print screen, foto, texto, áudio ou vídeo que quer denunciar, envie-nos:

Selecione o documento em seu computador:



https://denuncia.uol.com.br/


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 Professor vira alvo de chacota e ofensa de aluno na internet

Publicidade -RICARDO WESTIN
DE SÃO PAULO
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber/768633-professor-vira-alvo-de-chacota-e-ofensa-de-aluno-na-internet.shtml
Faça uma pesquisa no Orkut com "odeio" e "professor", e surgirão mais de mil grupos de discussão.
A professora Etiene Selbach foi vítima de "cyberbullying"; estudo do Rio Grande do Sul mostra que, a cada quatro professores gaúchos, um já sofreu agressão na internet A lista terá comunidades aparentemente inofensivas --como "Odeio a voz do meu professor"--, mas também incluirá outras raivosas e com nome da vítima --como "Odeio a professora Etiene".
"Primeiro, fiquei chocada. Depois, senti vergonha, tristeza. Chorei", diz Etiene Selbach, 43, professora de educação física num colégio particular de Porto Alegre.
A comunidade havia sido criada por um grupinho de alunas de 13 anos após serem repreendidas numa aula.

Etiene foi uma vítima do "bullying". No ambiente escolar, o "bullying" sempre foi associado àquele aluno valentão infernizando a vida do colega mais fraco. A novidade é que ele agora ataca o professor. E pela internet.Estudo do Sinpro (sindicato de mestres) do Rio Grande do Sul mostra que, a cada quatro professores gaúchos, um já sofreu agressão na internet. Os motivos: o aluno tirou nota baixa, incomodou-se com um trejeito do professor ou simplesmente não foi com a cara dele.
"Alguns alunos acham que não passa de brincadeira. Outros creem que estão anônimos na internet", diz o delegado Pedro Marques, da Delegacia contra Crimes Cibernéticos de Minas Gerais.
Calúnia, difamação e injúria são crimes. Quando o autor é maior de idade, pode ser condenado à prisão. Quando menor, ser advertido ou, em caso grave, internado em entidade como a antiga Febem.
Em 2008, os pais de um grupo de alunos de um colégio particular de Rondônia foram sentenciados a pagar R$ 15 mil por danos morais a um professor de matemática vítima de chacota no Orkut.


O "bullying" também está no ensino superior. Roberta (nome fictício), 41, professora de jornalismo numa faculdade privada no interior de Minas, foi alvo dos desabafos de um estudante de 24 anos.
"No Orkut, ele me chamava de velha e dissimulada. Apareceu gente escrevendo que eu era uma oferenda que deveria voltar para o mar. Fiquei perturbada", conta. "Aquela figura do mestre, um profissional que merece respeito, não existe mais."
Para Telma Brito Rocha, pesquisadora da Universidade Federal da Bahia que estuda o "cyberbullying" contra professores, as escolas precisam incluir o bom uso da internet na grade curricular.
"As crianças passam o dia na internet, mas os colégios não discutem temas como pedofilia ou responsabilidade por aquilo que se publica. Os pais também não fazem isso. Acham que basta pôr um bloqueador de site [de sexo] e pronto. Falta diálogo".
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LEIA MAIS: http://www.dnt.adv.br/noticias/cibercultura/cyberbullying-o-que-e-e-como-se-proteger-desse-grave-problema/
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vídeo:  Serginho Groisman entrevista Isabela Nicastro, vítima de bullyng pela internet.

http://www.youtube.com/results?search_query=SERGINHO+GROISMAN+ENTREVISTA+ISABELA+NICASTRO&oq=SERGINHO+GROISMAN+ENTREVISTA+ISABELA+NICASTRO&aq=f&aqi=&aql=&gs_l=youtube.12...18684.37727.0.39540.18.13.0.0.0.0.611.4276.2-3j9j0j1.13.0...0.0.tJWmIqgsQWM
LEMBRE-SE: A NATUREZA É PERFEITA. QUEM PLANTA, COLHE! PENSE NISSO MAIS QUE DIANTE DE CADA AÇÃO, PENSAMENTO  OU ATITUDE... PENSE NISSO COMO UMA FORMA DE ATUAR COMO UM SER HUMANO MELHOR, EM PROCESSO CONSTANTE DE EVOLUÇÃO, TENTANDO ACERTAR SEMPRE.