segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A sequencia de Fibonacci, arquitetura, natureza, número de ouro, perfeição... SERÁ QUE A NATUREZA SABE CONTAR?

 Fibonacci e o Número de Ouro



Você já ouviu falar em Leonardo Pisano? Tudo começou com um problema aparentemente banal: Quantos pares de coelhos podem ser gerados de um par de coelhos em um ano? Foi um matemático italiano cujo apelido era "Fibonacci", que resolveu esse problema, transcrevendo o que seria uma das sequências mais instigantes da matemática, que entrou para a história como a Seqüência Fibonnaci. Você é capaz de determinar quais os próximos números da sequencia de Fibonacci: 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, ____,____, ____, ____, _____

Essa sequência aparece na natureza, no comportamento da refração da luz, no crescimento das plantas, nas espirais das galáxias, dos marfins de elefantes, nas ondas no oceano, furacões etc.

Você sabia que:
- algumas plantas crescem de acordo com a sequência de Fibonacci?
- é possível saber se uma planta é da família do lírio, por exemplo, mesmo que ela tenha vindo do Japão ou do Nepal, simplesmente por conhecer o número de pétalas ou as estruturas sexuais que essa planta tem?





  idade média - Fibonacci - "Liber Abaci" - problema dos coelhos




Fibonacci
~
Leonardo de Pisa

(1180-1250)



Fibonacci (filho de Bonaccio) foi um dos matemáticos mais importantes da idade média. Na idade média havia dois tipos de matemáticos, os de escolas religiosas ou de universidades e os que exerciam atividades de comercio e negócios. É aliás neste último grupo que Fibonacci se insere, como veremos mais adiante. Havia também neste período uma grande rivalidade entre os ‘abacistas’ - aqueles que eram especialistas em cálculo com o ábaco - e os ‘algoritmistas’ - aqueles que privilegiavam o cálculo através de algoritmos baseados no algarismo-zero. Nos ‘agoritmistas’, um dos percursores mais notáveis foi Fibonacci.

Fibonacci nasceu por volta de 1180 em Pisa, uma das primeiras cidades comerciais italianas e que manteve um comércio florescente com o mundo árabe. O pai de Fibonacci era um mercador que trabalhou no norte de África, pelo que cedo Fibonacci foi iniciado nos negócios e nos cálculos, o que despertou o seu interesse pela matemática. Além disso, foi através da profissão do pai que ele teve o primeiro contacto com o sistema decimal hindu-árabe. Nesta altura, era ainda utilizada a numeração romana em Itália.

Foi no seu regresso a Pisa, em 1202, que Fibonacci escreveu a sua obra mais célebre, "Liber Abaci", que foi também um meio através do qual a numeração hindu-árabe foi introduzida na Europa Ocidental. No "Liber Abaci" explicava-se como utilizar estes numerais nas operações aritméticas, abordavam-se diversos temas de álgebra e geometria, e também propunham-se vários problemas. Escreveu também o livro "Practica Geometriae" em 1220; onde descreveu aquilo que tinha descoberto nas áreas de geometria e trigonometria.


O nome de Fibonacci tornou-se conhecido devido a um problema que existia no seu livro "Liber Abaci", que é o problema dos coelhos. A solução deste problema é uma sequência numérica e um matemático francês, Edouard Lucas, ao editar um trabalho seu, ligou o nome de Fibonacci a essa sequência.

Problema dos Coelhos
   Por volta do ano 1202, Fibonacci propõe na sua obra Liber abaci 
o seguinte problema:

Num pátio fechado coloca-se um casal de coelhos. Supondo que em cada mês, a partir do segundo mês de vida, cada casal dá origem a um novo casal de coelhos, ao fim de um ano, quantos casais de coelhos estão no pátio?

Para resolver este problema é preciso prestar atenção ao processo de procriação do casal inicial de coelhos. Suponhamos, para ter uma ideia, que o primeiro casal de coelhos nasceu no dia 1 de Janeiro.
No dia 1 de Fevereiro, isto é, ao cabo de um mês, ainda não serão férteis. Porém, no dia 1 de Março já terão descendentes, e neste mês teremos um total de dois casais de coelhos.
No dia 1 de Abril, esse segundo casal de coelhos não será ainda fértil, mas o casal inicial de coelhos voltará a ter coelhinhos, e no quarto mês teremos um total de três casais de coelhos, dois dos quais serão férteis no dia 1 de Maio. Por conseguinte, para o quinto mês existirão cinco casais.
Se raciocinarmos de modo semelhante, temos que  no dia 1 de Junho ter-se-ão 8 casais de coelhos, em 1 de Julho 13 casais, em 1 de Agosto 21 casais e assim sucessivamente.
Ao cabo de um ano, isto é, no dia 1 de Janeiro do ano seguinte, prevê-se que 144 casais de coelhos deêm voltas pelo pátio.

O número de casais de coelhos no mês n é o termo Fn da sucessão de Fibonacci
Fn= Fn-1+Fn-2 , n > 2.

E se tudo correr bem, no ano seguinte, isto é, dois anos depois, espera-se que serão 46.368 casais de coelhos, os que temos de alimentar!



http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm99/icm31/biografia.htm
http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm99/icm31/coelhos.htm


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Johann Sebastian Bach

Observe a SIMETRIA no enigmático Canon 1 à 2 de JS Bach Oferenda Musical (1747) - O manuscrito retrata uma única seqüência musical que é para ser jogado frente para trás e de trás para frente.


A história relata que, certa vez, o rei Frederico, da Prússia, sabendo que o compositor J. S. Bach estava em seu palácio, convidou-o para entrar e tocar de improviso um tema musical. Após tocar e criar variações sobre o tema sugerido pelo rei, J. S. Bach achou o tema tão belo que decidiu transcrevê-lo para uma partitura, a fim de poder estudá-lo melhor, mais tarde. Tempos depois, Bach escreveu uma série de variações musicais com base nele, as quais chamou de “Oferenda Musical” e dedicou ao rei Frederico. Nesta obra, Bach usa uma inventividade matemática para construir e trabalhar a música. A ideia de simetria é muito explorada.
Abaixo, temos uma adaptação do CANON 1 A 2, uma das peças musicais baseadas no tema do rei Frederico. Ela tem uma propriedade muito curiosa: quando tocada de trás para frente, soa exatamente como quando tocada do começo para o fim! Você pode ver aí alguma simetria? A simetria tem alguma coisa a ver com a música soar igual quando tocada do começo para o fim ou do fim para o começo?
Pense um pouco...

A música foi construída de maneira simétrica. É como se existisse uma linha de simetria bem na metade dela. Obviamente, se você marcar uma linha na metade da música, a parte que está a direita não é exatamente igual à que está a esquerda, pois o compositor organizou os símbolos musicais de maneira convencional. Entretanto, se forem retiradas as hastes das notas, as bolinhas pretas vão ser simétricas com respeito à linha que divide a partitura na metade. Por isso, a música soa igual quando tocada do começo para o fim ou do fim para o começo.




Johann Sebastian Bach nasceu em 21 de março de 1685, na cidade de Eisenach (Alemanha). Foi um dos grandes compositores e músicos da história. É considerado um dos grandes gênios da música clássica. 
Antes de fazer 10 anos, seus pais morreram. 
Foi de uma família de músicos e aprendeu a tocar órgão e a compor com seu irmão mais velho, Johann Cristoph Bach.

Em suas inumeráveis obras (cantatas, prelúdios, oratórios, missas e fugas) está presente uma criatividade riquíssima. A harmonia e a inspiração deste gênio
da  música  são características valorizadas até os dias de hoje.
Casou-se duas vezes e teve, ao todo, 20 filhos. Morreu em 1750, após uma cirurgia nos olhos. Antes da morte, foi ficando sem visão aos poucos, em função, provavelmente, de uma
 diabetes não tratada.
Bach escreveu mais de 1000 composições.



Conheça mais sobre Bach em http://super.abril.com.br/esporte/johann-sebastian-bach-alegria-homens-439083.shtml



domingo, 25 de agosto de 2013

25/08/2013 08h15 - Atualizado em 25/08/2013 08h15

Produtores de SC usam sistema 



alternativo para aquecer a água



Método aproveita o calor do fogão a lenha para deixar a água quentinha.
Invenções levam um pouco de conforto para os moradores da zona rural.

Do Globo Rural

1 comentário
Duas invenções de um catarinense levam um pouco mais de conforto para os moradores do campo, especialmente nas regiões mais frias. Ele criou dois jeitos de aquecer água sem usar energia elétrica: um aproveita o calor do fogão à lenha e o segundo é feito com garrafas pet.
Aquecimento de água através da serpentina instalada no fogão a lenha é bem conhecido no meio  rural. A agricultora Lucy Giroto acorda cedo e bota água pro café no fogão a lenha. Uma cena comum, a diferença esta na chaminé do fogão a lenha, que tem uma parte mais grossa, com dois canos adaptados. É que o fogão funciona como um aquecedor de água e aproveita o calor que sairia pela chaminé e seria desperdiçado.
O sistema, batizado de "trocador de calor", é bem simples. O criador do equipamento é o eletricista aposentado José Alcindo Alano. O trocador de calor é capaz de atender uma família de quatro pessoas e armazena até 200 litros de água. 
A água aquecida abastece o chuveiro e a torneira da cozinha. A água começa um pouco fria por causa do cano, mas logo já vem uma água bem morninha. Lucy Giroto, que pensou em instalar uma torneira elétrica, poderá lavar a louça com água quente e sem gastar. “Todas as visitas que vieram acharam um espetáculo”, diz a agricultora.
Desde que a chaminé foi instalada, a conta de luz da família caiu quase pela metade. Pelo "trocador de calor", Lucy e seu marido, Orilto, vão pagar cinco parcelas de R$ 70 em cinco anos. O equipamento chegou até a casa dos agricultores por meio de um programa social da secretaria de agricultura do estado e da empresa de energia de Santa Catarina, a Celesc. Deve beneficiar, até o fim do ano, 200 famílias. 
“Quando tem a instalação deste sistema, ela trabalha sobretudo com eficiência energética, é economia de energia”, afirma Vivane Blayer Remor, da Celesc.
A seleção dos agricultores é feita pela Epagri, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural. Produtor de leite do município de Frei Rogério, também em Santa Catarina,  Celso Maciel de Oliveira, não tem o "trocador de calor" em casa, mas usa outra invenção do catarinense Alano para tocar a propriedade: um sistema de aquecimento de água por energia solar.
A coleta de energia é todo feita com materiais alternativos. Tubos de PVC, garrafas pet e caixinhas de leite. A água fria que sai da caixa d'água desce por um cano para o coletor e circula pelos tubos de PVC. As caixinhas de leite, pintadas de preto, aquecem com o sol e as garrafas PET retém o calor. Assim a água fica quentinha e segue de volta pra caixa d'água.
“A água dentro de reservatório, tanto num boiler como numa caixa d’água, sofre uma divisão normal pela diferença de densidade. Então toda a água quente vai pra cima e começa a aquecer de cima pra baixo”, explica Alano.
A temperatura na caixa chega não ultrapassa 55ºC, para que o sistema de PVC aguente. “É preciso manter o chuveiro elétrico, porque quando não tem sol, não tem água quente”, diz Alano.
Celso Maciel de Oliveira montou o equipamento sozinho, pagou por volta de R$ 400 pelo material. Por enquanto, usa a água aquecida para limpar os equipamentos de ordenha, mas ainda precisa fervê-la para atingir a temperatura de 75ºC.
O aquecedor já é utilizado em vários municípios do Brasil e principalmente em Santa Catarina e no Paraná. Em Florianópolis, está instalado em creches públicas e casas de bairros da periferia da cidade. Alano registrou a patente do aquecedor, mas permite o uso da ideia com algumas restrições. “O uso político partidário e a produção dele em escala comercial, por empresa ou coisa parecida. Mas é totalmente livre para todas as pessoas, associações de moradores, cooperativas de baixa renda”, diz Alano.
José Alano, aposentado, virou um Professor Pardal, disposto dividir seu conhecimento para melhorar a vida de gente que nem conhece.
A cartilha feita para montar o aquecedor com garrafas PET pode ser obtida gratuitamente e não tem despesas com correio. O endereço para pedir uma é:
Celesc
Caixa Postal - 480
Florianópolis/SC
Cep - 88034-900

terça-feira, 6 de agosto de 2013

As estantes móveis
Tablets e smartphones começam a ganhar destaque e cada vez mais adeptos como suportes para leitura
Texto Rafael Bravo Bucco | Fotos Robson Regato

ARede nº 92- Julho/Agosto de 2013
“Um fluxo constante de informação, que muda o tempo todo, recebe opiniões, é comentado conforme vai sendo atualizado, e reúne milhares de pessoas em torno de um mesmo assunto, para debater e trocar conhecimento, em rede, como serviço”. Essa definição, de autoria de Sílvio Meira, professor de engenharia de software da Universidade Federal de Pernambuco, poderia se referir a um fenômeno contemporâneo, como uma rede social, ou a um ambiente inovador, como uma plataforma científica virtual. Mas é a descrição de um objeto milenar, que simplesmente passa por transformações que garantem sua sobrevivência na era tecnológica: o livro. A substituição de textos e imagens estáticas por arquivos digitais de áudio, vídeo e aplicativos deve ser apenas uma fração daquilo que pode vir a ser o livro do futuro, disse Meira, durante o 4º Congresso Internacional do Livro Digital, realizado em junho pela Câmara Brasileira do Livro.
capa as estantes moveis 01
Para fundamentar sua tese, o professor apresentou o Silent History. Um livro digital, em formato de aplicativo para iPad e iPhone, cujos capítulos são liberados de acordo com a localização do leitor – ou usuário? O programa utiliza o georreferenciamento do GPS dos aparelhos para entregar um texto apenas quando o leitor chegue a três metros de distância do local onde a trama se passa. A narrativa traz a história de crianças que não falam, mas têm habilidades fantásticas. São 120 depoimentos, feitos por pais, professores, amigos, médicos, e centenas de textos “espalhados” pelo mundo. Há trechos para serem “lidos” dos Estados Unidos a Xangai.
“O livro não vai residir em um lugar, estará em todo lugar. Será assim pois o conteúdo dependerá apenas da plataforma”, disse Meira, convidado a imaginar o livro em 2020. Outra mudança fundamental, avalia, será conceitual. Ao integrar as plataformas digitais, o livro deixará de ser um objeto de consumo, uma fonte de informação de mão única. Vai se tornar um núcleo para a construção interativa do conhecimento. Deverá incorporar recursos hoje comuns no Facebook: a possibilidade de comentar trechos, compartilhar frases sublinhadas, acrescentar imagens, vídeos, criar tramas paralelas, mesmo sem ser o autor do original. “Para o bem de todos, o livro não será apenas sobre leitura, será também sobre escrita”, prevê.
Nada disso, no entanto, deve levar ao fim do livro de papel, acreditam os estudiosos do assunto. O livro em papel vai se tornar artigo de nicho, para aficionados pela experiência linear e sensorial que o objeto físico proporciona. “Terá o mesmo destino do disco de vinil”, ressalta o professor Meira, que é também cientista-chefe do Centro de Estudos de Sistemas Avançados do Recife (Cesar).
Mesmo os livros didáticos vão ser completamente transformados. Um exemplo que vem conquistando público é o Codecademy, um ambiente virtual de ensino e aprendizagem de programação. O leitor, estudante, começa a aprender assim que entra no site. De cara, é convidado a usar códigos para escrever na tela o próprio nome. Quando se dá conta, aprendeu um pouco da linguagem dos computadores. Conforme navega pelos “capítulos”, pode compartilhar a evolução, observar exercícios resolvidos por outros usuários e debater soluções para problemas propostos. “O que era um livro, virou um aprendizado interativo e social”, observa Meira.
No Brasil, a Positivo Informática acaba de lançar o Caderno Digital, um sistema interativo que interliga o computador do professor (servidor de uma rede Wi-Fi) com tablets ou notebooks dos alunos. Com conteúdos para estudantes do ensino fundamental e do ensino médio, o Caderno permite ao educador criar e agendar atividades, às quais pode vincular diferentes mídias. Os alunos elaboram textos, resolvem exercícios, interagem em grupos e com o próprio professor, que também conta com o apoio de uma matriz de avaliação automática.
Retrato do momento
A pesquisa mais recente sobre o a leitura de livros digitais no Brasil traz dados de 2011. A 3ª edição do estudo Retratos da Leitura no Brasil, feito pelo Instituto Pró-Livro e divulgado na Bienal do Livro de São Paulo em 2012, mostra que há dois anos o mercado de livros digitais era pequeno no país. Os e-books representavam apenas 5% do mercado editorial (o que inclui os didáticos comprados para escolas públicas), equivalendo a 9,5 milhões de livros vendidos. Os maiores consumidores têm ensino superior e médio, com idade entre 18 e 39 anos. As mulheres leem mais livros digitais (bem como os de papel): 4,9 milhões compraram e-books naquele ano, contra 4,6 milhões de homens.
A pesquisa surpreende quando analisa o perfil econômico do leitor de livros digitais. De posse de tablets e celulares sofisticados, as classes A e B são as principais consumidoras, mas não por larga margem. Leram 53% dos e-books, enquanto a classe C, sozinha, consumiu 42%; e as classes D e E, 5%. A maioria dos livros, porém, foi obtida gratuitamente. Nada menos que 87% dos respondentes afirmaram ter baixado o livro da internet, e, desse total, 62% asseguraram que não recorreram à pirataria. Os demais, 38% admitem ter feito download ilegal.
Os números fazem editores tremerem. Mas não precisam. Basta que acreditem na migração para o digital. Quem alerta é Javier Celaya, diretor da Associação Espanhola de Economia Digital. “O mercado brasileiro vai se transformar rapidamente nos próximos cinco a sete anos. O brasileiro vai ler em telas antes do que se pensa, e se não houver oferta de e-books o quanto antes, a baixo custo, a pirataria vai predominar. O preço aqui, hoje, está muito alto”, avisou, durante o congresso da CBL. A observação vem baseada na experiência de seu país. Na Espanha, os livros digitais são lidos por 58% das pessoas, segundo pesquisa feita pela associação local dos editores, e 68% dos livros são baixados gratuitamente.
capa as estantes moveis 02Celaya lembrou que a leitura de livros digitais se dá não apenas em leitores digitais, os e-readers como Kindle e Kobo, mas também nos tablets e smartphones. Segundo ele, no Brasil há mais de 70 milhões de smartphones capazes de exibir, com qualidade, os livros digitais. Os editores precisam refletir sobre como levar os livros para essa população. “Houve um aumento de 400% nas buscas feitas pelo celular no último ano”, afirmou. Por isso, defende que editoras criem sites amigáveis aos dispositivos móveis. Ele também afirma que qualquer editora que queira sobreviver na era digital deverá oferecer recursos de autopublicação, um mercado que somente no Reino Unido representa 20% das vendas.
Outro estudo, o Painel de Livros, realizado pela consultoria GFK, aponta que o tablet deve se tornar a ferramenta principal de consumo de livros. Segundo a pesquisa, em outubro de 2012, 52% dos brasileiros tinham smartphone, 24%, tablet, e 61%, notebook. No entanto, a venda dos tablets cresceu 1.245% de abril de 2011 a outubro de 2012, e 35% dos entrevistados disseram que vão comprar um tablet nos próximos seis meses. A consultoria IDC afirma que a venda de tablets no mundo vai ultrapassar a de PCs já em 2015.
Formatos da criação
Os autores também já se preocupam com o impacto do e-book na criação. Tony Brandão, autor multimídia, trabalha com diferentes formatos há quase duas décadas. Nos anos 1990, lançou livros em formado CD-Rom, que podiam ser explorados pelos leitores. No começo dos anos 2000, criou um livro virtual, publicado no portal Terra, em que o leitor deveria decifrar crimes ocorridos em São Paulo. “O sucesso foi grande, os personagens [atores cujas fotos ilustravam o texto] eram reconhecidos na rua”, disse, em apresentação sobre como livros e jogos eletrônicos poderiam se unir.
Para ele, a resposta é evidente: “Acho que não se deve perguntar: livro ou game. Se deve pensar em um livro e game”. O Crimes no Parque está online até hoje. O leitor pode ler os capítulos, reunir pistas, acompanhar tramas paralelas. “É de 2003, quando a maioria das pessoas usava conexão discada”, lembra. Também há imagens que podem ser exploradas ao melhor estilo Google Streetview, mas feitas antes de esse serviço ser criado. Tudo para atrair a atenção de leitores adolescentes: “É preciso se apropriar das novas tecnologias e produzir obras interativas”, ressalta.
A autora Angela-Lago vê com ressalvas a adoção dos livros digitais. Para ela, as plataformas criadas atualmente desprezam a arte. “É tudo com muitas opções, o leitor pode escolher dezenas de letras, ir para lá, para cá. Onde está a simplicidade, a valorização do trabalho do diagramador, do designer?”, questionou. Para ela, a interatividade deve ser pensada de modo a não sobressair em relação ao conteúdo. “Descobri que eu mesma posso programar. Aprendi a usar o Flash, que os designers detestam. Aprendi que dá pra converter o que fiz em Flash para HTML5. Aí ficou ótimo. Eu crio de um jeito e converto”, comentou, exibindo o material para alfabetização que criou, disponível em seu site. Ao passar o mouse em uma letra, a imagem ganha contornos divertidos e ouve-se o som da vogal ou consoante. Passando o mouse sobre diversas letras em sequência, tem-se a percepção de formação das palavras. “Desse jeito, a criança já está lendo”, diz.
Mila Gonçalves, gerente de educação e aprendizagem da Fundação Telefônica, observa que apesar de pesquisas apontarem uma redução de 5% no índice de leitura do brasileiro (é o que diz o estudo Retratos da Leitura do Instituto Pró-Livro), há um equívoco de interpretação. “Há um multiletramento. As pessoas estão lendo mais, mas em outras plataformas”, defendeu. Entre as plataformas, está o computador, o tablet e o celular. Ela também acredita que o livro está se transformando rapidamente. “A Telefônica criou a Nuvem de Livros, que é uma biblioteca tradicional de livros digitais. Mas já existem ferramentas de leitura colaborativa, como o Read Cloud”, exemplificou.
Na ReadCloud, ferramenta criada por uma empresa da Austrália, leitores criam redes em torno dos livros digitais que estão lendo. Autointitulada de plataforma de social eReading, permite que alunos comentem e compartilhem o que estão estudando. Os usuários conseguem não apenas enviar texto, como publicar fotos e vídeos relacionados ao conteúdo. Pode ser usada em tablets e computadores, mas é uma solução privada.
Para a Câmara Brasileira do Livro, o digital é mais um instrumento para ampliar o número de pessoas com acesso à leitura. “O mercado brasileiro é composto por 97 milhões de leitores. É um número grande, porém, é metade da população. Há outro tanto igual de pessoas que não têm acesso nem ao livro físico, nem a bibliotecas”, lembra Karine Pansa, presidente da CBL.
Para aumentar o número de pessoas que leem, é importante atingir aqueles que têm deficiência e comunidades carentes. O livro digital pode ajudar, pela compatibilidade com diversos formatos ou por facilitar o acesso a um vasto acervo. “As pessoas com deficiência visual hoje podem recorrer a instituições que criam versões de livros em formato Daisy. No caso das comunidades carentes, ou das pessoas que talvez não tenham condição de ter o aparelho físico, há a possibilidade de recorrer às bibliotecas públicas equipadas com computadores e internet”, opina Karine.
Uma biblioteca digital também ajudaria, mas é o que falta ser feito por aqui. Para Silvio Meira, o Brasil está perdendo o bonde. “A gente devia estar em um momento de criação da Digital Public Library of Brazil, uma grande Biblioteca Pública Digital do Brasil, inspirada na DPLA, dos Estados Unidos, até porque o software da DPLA está sendo publicado e é aberto. Em qualquer lugar onde você tiver um computador e internet, você tem a Biblioteca Nacional todinha. Mas falta empolgação, falta a gente se engajar no processo”, reclama.
Segundo ele, 70% da população já passam mais de sete horas por dia conectadas, um contingente que se beneficiaria diretamente da existência de uma biblioteca assim. “Quem tinha de fazer isso no Brasil era a Biblioteca Nacional, mais as cinco principais universidades, e o Ministério da Cultura. Não são agentes privados que vão conseguir fazer porque não vão ter a licença para isso. Uma biblioteca digital pública é um esforço conjunto entre o sistema federal, a indústria de copyright e as bibliotecas de referência”, conclui. 


www.prolivro.org.br
www.codecademy.com
www.thesilenthistory.com
www.angela-lago.net.br
www.terra.com.br/crimes
http://dp.la

Equipamentos para ler
E-Reader
Leitor de arquivos de livro digital, com tela e-ink, reproduz apenas tons de cinza. A bateria, de longa duração, pode levar um mês para se esgotar. Com menos de 200 gramas, é mais confortável para leituras prolongadas. Confira os principais modelos à venda no país:

Kobo – disponível com quatro versões de tela: sensível ao toque; iluminada de 6 polegadas; HD de 6,8” e de 5”. Reconhece arquivos nos formatos ePub, PDF, Mobi, Jpeg, Gif, PNG, e Tiff, TXT, HTML, XHTML, RTF, CBZ e CBR. Custa entre
R$ 289 e R$ 600.
Kindle – em versão simples e com tela iluminada de 6”. Reconhece os formatos AZW3 (proprietário da Amazon, fabricante do aparelho), TXT, PDF, Mobi sem DRM, PRC, HTML, DOC, DOCX, JPEG, GIF, PNG e BMP. De R$ 299 a R$ 699.
Tablet
Mais sofisticado que o e-reader, faz mais do que reproduzir e-books, porém a bateria dura menos de um dia. Roda games, vídeos, músicas, tem navegador de internet etc., graças ao uso de aplicativos e tela colorida sensível ao toque. Os principais sistemas operacionais são o aberto Android, e o fechado iOS (usado apenas no iPad). Qualquer smartphone com esses sistemas apresenta as mesmas capacidades, porém, em tela menor. Alguns modelos à venda no país:

iPad – são três versões (Mini, iPad 2 e Retina) lançadas no Brasil, todas com tela sensível ao toque. Com diversas configurações de memória e conectividade à internet, o equipamento pode ler qualquer arquivo de livros digitais, de acordo com o aplicativo escolhido. Preço de R$ 1.349 a R$ 2,5 mil.

Galaxy Note 8 – Com tela de 8”, tem processador de quatro núcleos de 1,6 GHz, 2 GB de memória e 16 GB de armazenamento. Câmera frontal (1.3 MP) e traseira (5 MP). Custa R$ 700.
Nexus 7 – Assinado pela Google, tem processador de quatro núcleos de 1,3 GHz, armazenamento de 16GB, 1 GB de memória e câmera frontal de 1,2 MP. Custa R$ 1 mil.

Asus Memo Pad – Tem tela de 7”, 1 GB de memória, 8GB de armazenamento. Câmera apenas frontal, de 1 MP, e processador de um núcleo de 1 GHz. Custa R$ 500.


Onde baixar
Kindle Store – loja da Amazon, por onde se baixa livros diretamente com o Kindle. A maioria dos livros é paga, mas há milhares grátis, principalmente de autores clássicos, de Machado de Assis a Honoré de Balzac.
Livraria Cultura – a brasileira afirma ter mais de 10 mil títulos gratuitos, que podem ser baixados diretamente nos e-readers Kobo. Boa parte são obras de autores desconhecidos, além de alguns clássicos.
Saraiva – livros grátis são raros  aqui. A maior parte das obras precisa ser comprada. A livraria, porém, é a única com uma centena de livros gratuitos publicados pela Imprensa Nacional, baseados em roteiros de filmes nacionais.
iBooks – também com milhares de livros gratuitos, em diversas línguas, graças a parceria com o Projeto Gutemberg. As obras são todas em versão original, com português da época em que foram escritas, sem adaptação ou revisão.
Play Books – presente em todo aparelho Android, é a loja da Google. Também traz os livros do Projeto Gutemberg, além de títulos publicados por bibliotecas de livros que caíram em domínio público. Mas dá trabalho achar.


Social eReading
Se o livro digital, e do futuro, vai ter muita colaboração, já existem vários leitores digitais para tablets e smartphones com tais recursos. Confira:
Goodreads – rede social para leitores de livros, gratuita. A maioria dos usuários fala inglês, mas há brasileiros com quem debater sobre as leituras do momento. Também é uma plataforma para novos autores publicarem suas obras online.
Wattpad – a brincadeira aqui é sobre compartilhar histórias. Indicado para quem gosta de escrever, permite a fácil publicação de livros, contos, poesias. Os usuários leem textos uns dos outros, comentam, selecionam trechos favoritos etc.
Bookshout – rede social que facilita a comunicação entre público e autores. Qualquer pessoa pode publicar seus livros, criar um ambiente virtual de debate sobre seus textos, além de, claro, permitir compartilhamento de comentários.


Didáticos na telinha
Diante da digitalização dos livros, o Ministério da Educação (MEC) lançou no final de 2012 o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Pelo edital, as editoras deverão apresentar versões digitais dos livros didáticos. A versão digital poderá ser baixada por professores, nos sites das editoras.
O MEC não sabe precisar, porém, a quantidade de livros digitais que será adquirida, nem se editoras sem expertise para criação de material digital terão suas obras selecionadas convertidas por terceiros. O governo federal é o maior comprador de livros didáticos do Brasil, e a previsão é de que 80 milhões sejam adquiridos para distribuição, em 2015, a 20 mil escolas de ensino médio.
As inscrições de propostas terminaram em junho. Para garantir a concorrência, editoras poderiam apresentar livros apenas em formato físico. Agora em julho as editoras entregam as versões físicas, enquanto o material multimídia vai ser entregue para avaliação em agosto. Os livros passam por avaliação de especialistas do ministério, que vão selecionar as obras. Somente então o governo bate o martelo.
O edital não especifica qual formato os livros digitais deverão adotar, se devem ser compatíveis com leitores digitais, com computadores ou com tablets. A especificação é que tragam o mesmo conteúdo dos livros físicos, acrescidos de recursos multimídia, como vídeos e sons, por exemplo, o que reduz o universo de dispositivos às duas últimas categorias.
Também no ano passado o MEC iniciou a distribuição de tablets para professores de escolas de ensino médio da rede pública. Foram pré-requisitos para definir por onde começar a distribuição de tablets: ser escola urbana de ensino médio, ter internet banda larga, laboratório do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo) e rede sem fio (WiFi). Segundo o governo, foram distribuídos 254.559 aparelhos até o final de junho.
A contratação foi de 423.236. Cabem aos estados e prefeituras adquirir os tablets para docentes das redes estaduais e municipais. São duas versões, uma de 7”, outra de 10”. Ambas com câmera, microfone, saída de vídeo e conteúdos pré-instalados do Portal do Professor, do Portal Domínio Público, da Khan Academy (traduzido), do Banco Internacional de Objetos Educacionais e da Coleção Educadores.

Fonte: http://www.arede.inf.br/edicao-n-92-julho-agosto-2013/5889-capa-as-estantes-moveis#mec

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Chegar aos 50 anos em boa forma física protege contra o câncer, diz estudo



MARIANA VERSOLATO

ENVIADA ESPECIAL A CHICAGO (EUA)
Um novo estudo oferece mais um motivo para investir no condicionamento físico: diminuir o risco de câncer.
Resultados de uma pesquisa com mais de 17 mil homens nos EUA apontam que quem tem um alto nível de condicionamento cardiovascular tem um risco menor de ter câncer e morrer da doença.
O benefício independe do IMC (Índice de Massa Corporal), isto é, uma pessoa magra que não se exercite tem um risco maior de ter câncer do que uma pessoa acima do peso que faça atividades físicas, de acordo com o trabalho apresentado no encontro anual da Asco (Sociedade Americana de Oncologia Clínica), em Chicago.

Os resultados também levaram em conta tabagismo e idade.
Outros estudos já haviam mostrado que o condicionamento físico é mais importante do que o peso para prevenir doenças. Um deles, publicado no ano passado no "European Heart Journal", concluiu que obesos considerados saudáveis após exames tiveram um risco 38% menor do que os não saudáveis de morrer por qualquer causa.


Na nova pesquisa, os participantes fizeram um teste de esforço na esteira, usado para prever o risco cardiovascular, por volta dos 50 anos.
Os pesquisadores seguiram os voluntários por cerca de 20 anos para ver quem desenvolveria câncer colorretal, de pulmão e próstata.
Nesse período, 2.885 homens receberam o diagnostico desses tumores --347 morreram da doença e outros 159 morreram de problemas cardiovasculares.

Ao ligar os dados do teste de esforço com o diagnóstico de câncer, os pesquisadores concluíram que os participantes com maior nível de condicionamento tinham um risco 68% menor de ter câncer de pulmão e 38% menor de ter câncer colorretal do que os mais sedentários.
Não houve diferença no risco de desenvolver a doença na próstata.
Entre os que tiveram câncer, o bom condicionamento físico foi ligado a um risco menor de morte.

Para o oncologista Fábio Kater, responsável pelo centro de oncologia clínica do Hospital 9 de Julho e que participa da conferência, já se tinha uma ideia de que o exercício poderia ter esse efeito protetor --um estudo já havia mostrado que, entre as mulheres, o exercício ajuda a prevenir contra o câncer de mama.
"A pesquisa tem um peso grande pelo tamanho da amostra e tempo de seguimento. Mudanças no estilo de vida podem ter um grande impacto a longo prazo."
Ainda é preciso investigar as razões por trás dessa ligação. A oncologista clínica Veridiana Pires de Camargo, do Hospital Sírio-Libanês, afirma que algumas hipóteses são a redução da inflamação e da gordura, a melhora da imunidade e até a liberação de endorfinas por causa dos e exercícios.



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Quem são os Vegans?

 

MaisEstudo
Não, os vegans não são vegetais com carinhas fofas, rsrs! Mas a imagem tem muito a ver com essa tribo. Vegan é o nome que se dá aos adeptos do Veganismo, uma filosofia de vida baseada em ideologias que defendem o direito dos animais. É bom lembrar que Veganismo é diferente de Vegetarianismo. Os vegetarianos são pessoas que não comem carne, e podem ter motivos diversos para isso. Já o veganismo é um estilo de vida que influencia não só a alimentação, mas todos os aspectos da vida de uma pessoa. Ou seja, todos os vegans são vegetarianos, mas não o contrário.


Origem

Há indícios de que essa tribo tenha surgido na Inglaterra em 1944. A ideologia que defendem é de que cada animal é dono de sua própria vida, tendo assim o direito de não ser tratado como propriedade (enfeite, entretenimento, comida, cobaia, mercadoria, etc). E preferem usar os termos “animais não-humanos” ou “seres sencientes“, em vez de chamá-los de “irracionais”.

Como eles se comportam?

Todo vegan procura evitar a exploração ou abuso dos animais, boicotando qualquer produto de origem animal, sejam alimentos, roupas, acessórios ou objetos, além de produtos que tenham sido testados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos de manufatura. Tudo isso é levado muito a sério, tanto que eles costumam pesquisar e se preocupam em usar roupas com tecidos de origem vegetal.
Eles também são contra eventos de “entretenimento” que envolvam animais, como touradas, rodeios, brigas de galo, etc. Até o remédios entram na lista de produtos rejeitados, como alguns alopáticos, por exemplo, por serem testados em animais. Muitos vegans acabam optando pela fitoterapia, homeopatia ou qualquer tratamento alternativo.


Dia Mundial do Vegan

Como a preocupação com o meio ambiente e com a natureza está cada vez mais presente no cotidiano de pessoas do mundo todo, a filosofia do Veganismo tem tudo para conseguir cada vez mais adeptos preocupados com o bem-estar do próximo e do nosso planeta. Ela já está mais popular e a prova disso é que existe até um dia especial para eles: o Dia Mundial do Vegan, dia 1 de Novembro, que tem sido comemorado desde 1994, quando a Vegan Society da Inglaterra comemorou 50 anos de criação.

FONTE: http://blog.maisestudo.com.br/quem-sao-os-vegans/

21/05/2013 - 06h00

Saiba como lidar com pessoas difíceis no ambiente de trabalho

Alguma vez você já perdeu a paciência com um colega de trabalho? Já questionou as atitudes do seu chefe? Fique calmo, você não é o único. Em todas as empresas existe uma ou mais pessoas com perfil difícil de lidar no ambiente de trabalho.

“Depois da ‘falta de comunicação’ ou ‘comunicação cheia de entraves’, o que mais atrapalha nos relacionamentos entre colegas de trabalho é a falta de caráter”, afirma Maurício Seriacopi, que é palestrante e consultor empresarial.

São chefes egocêntricos - que vendem como seus os resultados conquistados em conjunto pela equipe-, os colegas que adoram “roubar” boas ideias, ou então aqueles que mudam completamente quando assumem um posto de liderança.





Confira dez perfis difíceis de lidar no ambiente de trabalho - 11 fotos

Acessando: 

http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2013/05/21/saiba-como-lidar-com-pessoas-dificeis-no-ambiente-de-trabalho.jhtm


Alguma vez você já perdeu a paciência com um colega de trabalho? Já questionou as atitudes do seu chefe? Fique calmo, você não é o único. Em todas as empresas existe uma ou mais pessoas com perfil difícil de lidar no ambiente de trabalho. A seguir, o consultor Maurício Seriacopi lista dez desses perfis difíceis e a como lidar com cada um deles: Stefan

Seriacopi explica que esses perfis normalmente são resultado da permanência do profissional por muito tempo na empresa, especialmente quando exercem um cargo de confiança. Desenvolvem-se a partir da ausência de políticas disciplinadoras, do distanciamento do líder e da falta de um plano de engajamento dos colaboradores nos objetivos da organização.

“A falta de preparo, especialmente para os colaboradores que exercem funções de liderança é um grande fator [para a formação desses perfis]. Por muitas vezes, são colocados nessas funções como forma de promoção, mas não foram desenvolvidos para assumirem tal”, diz o consultor.

E agora?


Diante do colega indesejado, é preciso ser tolerante e buscar oportunidades para ter conversas claras e francas sobre a situação. Tente entender as razões pelas quais ele está adotando essa postura e procure ajudá-lo.

Se nada der certo e a relação estiver insuportável, busque outra função dentro da empresa ou avalie se é hora de trocar de companhia. Vale ainda consultar o líder acima na hierarquia para comunicá-lo sobre o problema.

"Empresas com missão, visão e valores claros, e que realmente se inspiram neles, conseguem criar um ambiente favorável, que repele naturalmente as pessoas que não se enquadrem na filosofia", conclui o especialista.

http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2013/05/21/saiba-como-lidar-com-pessoas-dificeis-no-ambiente-de-trabalho.jhtm 

 

sábado, 20 de abril de 2013

Vale ver até o fim


Muito legal: VOCẼ PODE BAIXAR E FICAR POR DENTRO...


ACESSANDO O LINK http://www.arede.inf.br/para-ler-e-baixar , clique nas imagens ou nos 

formatos desejados para baixar em seu computador, smartphone ou 

tablet. 

Os materias estão disponíveis sob licença livre. 

Veja alguns...


1) Lixo Eletrônico - Qual o melhor destino para ele?

2) Navegar com Segurança: por uma infância conectada e livre de violência sexual

3) Relatório 11ª Oficina para Inclusão Digital e Participação Social

4) Principais Direitos dos Usuários e Obrigações das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações

5) Cartilha de Segurança para Internet

6) SaferDic@s - Brincar, estudar e navegar com segurança na internet!

Acesse para saber mais: http://explica.tumblr.com/


O que é a lei Carolina Dieckmann?




Você sabe o que é uma startup?
image


MAIORIDADE PENAL 

(Foto: Reprodução)

 Para saber, acesse: http://explica.tumblr.com/